“E se eu não perguntei foi porque temia que que tivesses ficado… ou que não tivesses ficado.”
Acordar com a cara numa poça de sangue não pode ser um bom sinal. Ainda assim, ele acorda e levanta-se, mal sabendo que o seu dia é tão previsível como o de um rato a correr numa rodinha de exercício.
Deixar de existir não é o mesmo que morrer e ninguém melhor do que Julian Glover para nos mostrar porquê.
Chris acorda após uma noite de festa e diversão, apenas para perceber que chegou a um ponto bastante complicado na sua vida.
A ganância e revolta ditam um final trágico. 2 minutos de pura originalidade.
O que parecia ser a sua ruína, foi na realidade a sua benção. Talvez seja este o fim da era das más comédias românticas.
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